Espero que você goste desse artigo. Se você quiser, conheça os psicólogos e os psicólogos que fazem terapia online por videochamada. Autor: Luzia Fatima de Andrade Lobato - Psicólogo CRP 06/119285
O estresse ocupacional é uma realidade cada vez mais presente nos ambientes de trabalho.
A pressão por produtividade, os prazos apertados e a busca constante por resultados acabam desenvolvendo sinais de esgotamento emocional nos funcionários.
Logo, é importante identificar os sintomas do estresse no trabalho, já que é preciso manter a saúde física e psicológica em equilíbrio, evitando que ele se agrave e provoque problemas mais sérios, tais como burnout, ansiedade ou depressão.
Neste artigo, explicaremos o que é o estresse ocupacional, como é possível reconhecer os sinais de alerta no dia a dia e, ainda, quais são os melhores mecanismos para evitar que ele comprometa sua qualidade de vida e o seu desempenho profissional.
Boa leitura!
O que é o estresse ocupacional?
O estresse ocupacional, também conhecido como estresse no trabalho, é um estado de tensão física e mental desenvolvido por fatores desgastantes relacionados ao ambiente de trabalho.
Assim, ele surge quando as exigências laborais ultrapassam os recursos e as capacidades do profissional, levando-o a sentimentos de sobrecarga, ansiedade e exaustão.
Isso pode acontecer por questões como: prazos curtos, alta carga de trabalho, falta de apoio e de reconhecimento, pressão exagerada por resultados, longas jornadas de trabalho, conflitos entre colegas e até a insegurança no ambiente corporativo.
Então, se não tratado adequadamente, o estresse ocupacional pode afetar o bem-estar mental e emocional e influenciar negativamente a produtividade e a saúde física do colaborador.
Quais são as causas desse tipo de estresse?
As causas do estresse ocupacional podem ter várias origens, como:
- Excesso de tarefas e prazos apertados: A sobrecarga de trabalho e a necessidade de cumprir prazos curtos são as grandes responsáveis pelo estresse.
- Ausência de reconhecimento: Quando o esforço dos colaboradores não é valorizado, é provável que haja desmotivação e um clima estressante.
- Ambiente de trabalho hostil: Conflitos com colegas, gestores autoritários ou falta de apoio criam um ambiente negativo e que aumenta a tensão.
- Longas jornadas de trabalho: Trabalhar muitas horas e sem as pausas adequadas contribui para a exaustão física e mental do funcionário.
- Insegurança no emprego: Pagamentos atrasados, o medo de ser demitido ou a instabilidade financeira pode ser um fator de estresse constante.
- Falta de autonomia: Quando o profissional sente que não tem controle sobre suas atividades ou decisões, isso gera frustração e estresse.
- Desequilíbrio entre a vida pessoal e profissional: Dificuldade em conciliar as demandas do trabalho com as responsabilidades pessoais também pode gerar estresse.
Principais consequências do estresse ocupacional
O estresse ocupacional é capaz de prejudicar tanto a saúde do trabalhador quanto o seu desempenho profissional, além de igualmente atingir a empresa.
As principais consequências geralmente são:
- Problemas de saúde mental: O estresse contínuo pode levar ao desenvolvimento de questões como ansiedade, depressão, irritabilidade e esgotamento emocional, bem comuns em pessoas que sofrem de estresse prolongado no trabalho.
- Exaustão física e mental: O cansaço extremo, seja físico ou emocional, bem como a falta de energia são sintomas recorrentes em tais casos, prejudicando a disposição no dia a dia.
- Insônia e distúrbios do sono: O estresse afeta a qualidade do sono, podendo causar dificuldades para dormir ou manter o sono. Consequentemente, a má qualidade do sono afeta o descanso e a recuperação do corpo.
- Problemas cardiovasculares: O estresse crônico pode aumentar o risco de desenvolver hipertensão, doenças cardíacas e outros problemas relacionados ao coração.
- Queda de produtividade: A falta de concentração e motivação leva à diminuição do rendimento e eficiência no trabalho. Colaboradores estressados tendem a ser menos produtivos, cometem mais erros e possuem maior dificuldade em se concentrar.
- Afastamento do trabalho: Quando se trata de casos graves, o estresse ocupacional pode resultar em afastamento por licenças médicas e até aposentadoria precoce.
- Comprometimento das relações pessoais: O estresse no ambiente profissional pode prejudicar a convivência social com familiares, amigos e colegas, levando a conflitos e isolamento.
- Baixa satisfação profissional: A frustração contínua com o ambiente de trabalho pode deixar os funcionários desmotivados e com intenso desejo de mudança de carreira.
- Síndrome de burnout: Quando o estresse não é bem tratado, ele pode evoluir para a síndrome de burnout, caracterizada pelo esgotamento extremo, desmotivação e sensação de fracasso.
Como prevenir o estresse ocupacional?
Prevenir o estresse ocupacional é muito importante para garantir o bem-estar no ambiente de trabalho e manter uma boa qualidade de vida.
A seguir, separamos algumas dicas que poderão te ajudar nesse processo:
1. Estabeleça limites claros entre vida pessoal e profissional
Um dos principais fatores que levam ao estresse no trabalho é a falta de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
Por isso, encerre o expediente no horário e evite levar tarefas para casa.
Assim, você garante tempo para descansar e cuidar de suas necessidades pessoais.
2. Aprenda a delegar tarefas
Assumir mais responsabilidades do que pode lidar é uma das principais causas de estresse.
Logo, aprenda a delegar tarefas quando possível, confiando nos colegas ou na equipe para dividir as responsabilidades e aliviar a carga de trabalho.
3. Pratique a gestão do tempo
A organização é fundamental para evitar o acúmulo de tarefas.
Portanto, utilize ferramentas de gestão de tempo, tais como listas de deveres e agendas para planejar melhor o seu dia, priorizando atividades mais urgentes e reservando um tempo para as pausas regulares.
4. Faça pausas regulares durante o trabalho
Trabalhar sem parar pode aumentar o estresse e reduzir sua produtividade.
Desse modo, faça pausas curtas ao longo do dia para descansar a mente, movimentar o corpo e recarregar as energias. Isso pode melhorar o seu foco e desempenho.
5. Invista em autocuidado e atividades relaxantes
Atividades como exercícios físicos, meditação e hobbies são ótimas maneiras de aliviar o estresse.
Por isso, reserve um tempo para praticar atividades que te proporcionem prazer e relaxamento fora do ambiente de trabalho.
6. Melhore a comunicação no trabalho
Um ambiente de trabalho com comunicação clara reduz mal-entendidos e conflitos, que são fontes comuns de estresse.
Assim, procure estabelecer um diálogo aberto com seus colegas e gestores, expressando suas preocupações e necessidades de maneira direta.
7. Estabeleça expectativas realistas
Aceitar mais do que você consegue lidar pode aumentar a pressão e o estresse.
Por isso, estabeleça expectativas realistas com seus gestores e equipe, discutindo prazos e a viabilidade das tarefas para garantir que o trabalho seja organizado de forma equilibrada.
8. Busque apoio emocional e profissional
Se o estresse no trabalho estiver prejudicando sua saúde mental, considere buscar a ajuda de um psicólogo.
O apoio emocional de um especialista em saúde mental pode ser muito relevante para que você lide com situações desafiadoras no ambiente de trabalho.
Concluindo, o estresse ocupacional é uma realidade que afeta muitos profissionais e pode ter sérias consequências para a saúde física e mental.
Portanto, reconhecer suas causas e consequências é o primeiro passo para buscar formas eficazes de preveni-lo.
Com limites saudáveis, pode-se melhorar a comunicação e o autocuidado, tornando possível criar um ambiente de trabalho mais equilibrado e produtivo.
Além disso, ao cuidar de si mesmo, você se beneficia e ainda colabora para sua equipe e para a organização como um todo.
Lembre-se de que, além de conseguir um melhor desempenho profissional, também pode-se alcançar uma vida mais satisfatória e saudável.
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Autor: psicologa Luzia Fatima de Andrade Lobato - CRP 06/119285 Formação: Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e pós-graduada em Saúde Mental. Possui vasta experiência em atendimentos para adultos e casais, com foco em demandas como ansiedade, estresse no trabalho, conflitos familiares, depressão, questões emocionais como autoestima e autoconfiança…