Espero que você goste desse artigo. Se você quiser, conheça os psicólogos e os psicólogos que fazem terapia online por videochamada. Autor: Adriana Jaqueline Costa Rodrigues Braga - Psicólogo CRP 06/128616

Você tem cuidado de você ultimamente? O autocuidado, embora seja uma prática encorajada por uma diversidade de profissionais de saúde para promover bem-estar e longevidade, nem sempre é o objetivo número um das pessoas.
Elas sabem superficialmente sobre a importância de cuidar da saúde mental e física, mas não compreendem, de fato, porque devem fazer isso todos os dias através de pequenos hábitos.
É porque isso que acabam negligenciando a si mesmas, principalmente em momentos de estresse.
Outro grupo de pessoas pensa, ainda, que as práticas de autocuidado são um luxo desnecessário.
Elas não priorizam o seu bem-estar, por isso, possuem uma propensão maior ao esgotamento emocional e físico.
E, junto com o esgotamento, problemas em diversas áreas das suas vidas começam a surgir, como no trabalho e no relacionamento.
Quando não estamos bem conosco, não estamos na melhor condição para lidar com as outras pessoas e as obrigações do dia a dia.
Ficamos irritados, desanimados e sensíveis às críticas, estados emocionais que podem gerar conflitos. Por isso, psicólogos reiteram que cuidar de si mesmo deve ser uma necessidade constante.
Por que o autocuidado é importante para o bem-estar?
O autocuidado engloba todos os aspectos relacionados à saúde física e mental, como nutrição, condicionamento físico, vida profissional, organização pessoal, relacionamentos, higiene, vida social, autoestima, entre outros.
À primeira vista pode parecer muita coisa para se preocupar de uma única vez, mas, se você parar para pensar, verá que já interage com todos esses elementos no seu dia a dia.
Entretanto, você – assim como a maioria das pessoas – o faz no piloto automático, sem se dar conta da qualidade de cada um desses fatores.
Muitas pessoas não param para refletir se estão de fato fazendo o necessário para terem saúde e felicidade.
Pelo contrário, elas se colocam em segundo lugar em suas próprias vidas e priorizam outros indivíduos ou obrigações.
Pense em pais de bebês recém-nascidos!
Nos primeiros meses de vida do bebê, eles vivem cansados, pois não dormem o suficiente, se alimentam mal e permanecem sempre em função dos cuidados com o filho.
Embora seja exaustivo, esse período de mal-estar generalizado é temporário e uma parte natural da maternidade e paternidade.
Indivíduos que colocam os outros em primeiro lugar vivenciam cansaço semelhante ao dos pais de bebês recém-nascidos.
Passam tanto tempo se preocupando com terceiros ou satisfazendo as necessidades de outras pessoas que não sobra tempo para cuidarem de si mesmos.
É inevitável que o estresse cresça e, com o tempo, se torne insustentável.
O mesmo acontece com quem sacrifica o bem-estar para atingir objetivos, como, por exemplo, ter sucesso profissional.
Eles não conseguem encontrar um equilíbrio saudável entre os momentos de agir e produzir, e o de cuidar de si mesmo.
Quando se tem consciência da importância do autocuidado, situações como as mencionadas anteriormente, bem como as consequências emocionais e físicas de cada uma, podem ser prevenidas.
Falta de autocuidado pode causar doenças?
A ausência de autocuidado pode sim contribuir para o aparecimento de patologias físicas e psiquiátrica.
O sedentarismo, por exemplo, aumenta o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC, diabetes tipo 2 e pressão alta.
Já o contato constante com situações estressantes pode trazer riscos tanto à saúde do corpo quanto à saúde mental.
Assim, o indivíduo estressado é mais suscetível à ansiedade, depressão, síndrome do pânico, burnout e outras condições.
A insatisfação com a vida, que nasce quando constantemente negamos o que desejamos a nós mesmos e vivemos uma vida incoerente com nossos ideais, também pode desencadear uma série de doenças.
A grande maioria dos brasileiros não possui uma mentalidade de ‘prevenção’.
É mais fácil eles pensarem em iniciar um tratamento para uma doença do que em mudar hábitos para preveni-la.
Dessa maneira, muitos chegam ao consultório dos médicos ou psicólogos quando a sua condição de saúde já está em um estágio avançado de deterioração.
Como cuidar de si mesmo no dia a dia?
Quem pratica o autocuidado tem consciência de que precisa tomar atitudes conscientes todos os dias para viver o seu melhor “eu”.
E, elas não dizem respeito somente a praticar exercícios físicos, ter uma boa alimentação ou ter um dia de SPA em casa, como se costuma pensar.
Cuidar de você não é o mesmo que abandonar os seus compromissos para passar os dias meditando nas montanhas.
A ideia de que o autocuidado é um capricho ou requer um esforço monumental acaba afastando as pessoas, impedindo que elas sequer tenham interesse em entender o conceito.
Cuidar da saúde física, por exemplo, implica em atitudes que nem sempre são tomadas, como visitar um médico regularmente, tomar todas as vacinas necessárias para a idade, ingerir medicamentos controlados (quando necessário) da maneira correta e fazer exames de rotina nas datas certas.
Já para cuidar da saúde mental, você pode recorrer a uma série de estratégias para melhorar a qualidade da sua vida diária. São elas:
1. Comece o dia devagar
De que maneira você inicia os seus dias? Correndo contra o relógio para dar tempo de fazer tudo?
Exausto por não ter dormido o suficiente na noite anterior? Com dores no corpo devido à falta de atividades físicas?
Reflita sobre quais são os seus sentimentos predominantes ao levantar da cama de manhã.
Começar o dia devagar, com tempo para concluir cada etapa da sua rotina matinal antes de trabalhar, garante um estado emocional positivo para o restante do dia!
Experimente acordar mais cedo que o habitual, tomar seu café da manhã sem pressa e contemplar os afazeres do dia com a confiança de que conseguirá terminá-los – ou, pelo menos, concluir as prioridades.
Você também pode recorrer à prática da meditação ou gratidão antes de iniciar os seus dias.
2. Conecte-se com pessoas queridas
A mesmice da rotina pode ser desanimadora. Com a mente focada somente nos compromissos e afazeres diários, nos esquecemos de desacelerar e aproveitar a companhia das pessoas que fazem parte da nossa vida.
Então, encontre tempo para ver amigos e familiares, mesmo que seja necessário marcar um encontro com semanas de antecedência.
Interagir com pessoas queridas, seja apenas para conversar ou para fazer algo divertido em conjunto, é uma maneira excelente de recarregar as energias e elevar o humor.
3. Seja proativo
Quando você pensa em estratégias para minimizar o estresse no dia a dia, está tomando uma postura reativa.
Já quando pensa em estratégias para desenvolver o seu controle emocional e melhorar a sua resposta ao estresse, está tomando uma postura proativa.
O autocuidado tem tudo a ver com proatividade! A prática constante garante que você tenha maior resiliência ao se deparar com uma crise em vez de sofrer com os efeitos adversos dela. Sendo assim, você pode:
- Fazer terapia para aprofundar o seu autoconhecimento;
- Fazer cursos enriquecedores sobre inteligência emocional;
- Praticar hobbies para descansar tanto a mente quanto o corpo;
- Dizer ‘não’ quando necessário para não se sobrecarregar com as suas demandas e as dos outros;
- Praticar meditação;
- Encontrar tempo para atividades de lazer em sua agenda anual, como ir a shows, viajar e ter experiências fora do normal; e
- Desenvolver uma planilha de monitoramento de finanças. Afinal, o estado da sua vida financeira também interfere no bem-estar!
4. Desenvolva as suas próprias estratégias
Você pode praticar o autocuidado ao tomar qualquer atitude que seja benéfica para o seu bem-estar físico e mental.
Como dito, não é preciso fazer nada extravagante. Pequenas atitudes já trazem resultados significativos e duradouros.
Uma maneira eficiente de construir um panorama da sua vida é se questionar se você está de acordo com o estado atual da sua carreira profissional, relacionamento afetivo, amizades, relações familiares, aparência física, controle emocional, condição de saúde, local onde você mora, entre outros.
Estabeleça uma escala de 1 a 10, com 1 sendo “péssimo” e 10 sendo “excelente”.
Em seguida, determine um número para cada área da sua vida. Você pode usar as categorias acima como exemplo ou adicionar outras conforme as questões consideradas ‘de urgência’ na sua vida.
Se o número estiver mediano ou baixo, se pergunte o que você pode fazer para subir na escala.
Tenha em mente, contudo, que atingir a perfeição em todas as esferas da vida é inviável.
Tudo pode estar bem em um dia e um desastre no outro.
O objetivo desse exercício não é, de fato, alcançar o número 10 em todas as áreas, mas, sim, identificar quais estão causando sofrimento e o que você pode fazer para mudar a situação.
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Autor: psicologa Adriana Jaqueline Costa Rodrigues Braga - CRP 06/128616Formação: A psicóloga Jaqueline Braga possui mais de 10 anos de experiência em Psicologia Clínica. É especialista Comportamental DISC pela Etalent Internacional e pós-graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental pela Universidade Anhanguera. Além disso, também possui pós-graduação em Psicologia...
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