Espero que você goste desse artigo. Se você quiser, conheça os psicólogos e os psicólogos que fazem terapia online por videochamada. Autor: Melissa Almeida dos Santos - Psicólogo CRP 06/145112
O que é de fato um relacionamento saudável? O que é belo para uma pessoa, pode muito bem não ser tão bonito assim para outra. O que faz bem e causa felicidade a alguém não necessariamente fará feliz a todos.
E mais, valores que um dia já foram considerados pilares de uma saudável, hoje não fazem sentido algum perante a nossa sociedade.
Diante dessa perspectiva, é possível concluir que não há fórmulas mágicas para definir se uma relação é mais ou menos saudável que outra.
O que há, sim, são limites para aquilo que pode ser considerado justamente o oposto de saudável: abusivo, compulsivo e doentio, por exemplo.
Segundo psicólogos, quando a relação caminha por este rumo mais sombrio, a ajuda de um psicólogo se torna de grande importância para reencontrar a autoestima e voltar a viver de modo mais equilibrado.
No artigo de hoje, vamos mostrar exemplos de atitudes que se encaixariam no conceito mais comumente aceito como relacionamentos saudáveis e abordaremos também o que é preciso fazer para construir este tipo de relação.
Continue a leitura do conteúdo para conferir!
Como se classifica um relacionamento saudável?
De forma simplificada, podemos definir um relacionamento saudável como aquele que dá igualdade de oportunidades aos envolvidos e que harmoniza o ambiente.
É aquele tipo de relação em que há respeito, autonomia, carinho, atenção e liberdade em doses equilibradas.
Para usar uma palavra da moda, é aquela relação “leve”, sem tantas pressões e cobranças desmedidas, que acabam consumindo a energia e tirando a vitalidade de quem sofre com elas.
Uma relação saudável entre namorados pode ter, sim, uma dose de ciúmes. Mas uma porção ainda maior de compreensão, autonomia e confiança deve ser servida para que o banquete esteja verdadeiramente saudável.
No entanto, a saúde das relações vai muito além dos casos envolvendo casais apaixonados. Um relacionamento entre pais e filhos, por exemplo, deve ter respeito, diálogo e admiração de parte a parte para ser saudável.
Por sua vez, uma relação entre patrão e empregado também precisa ser respeitosa, com base na troca e na parceria.
Dessa forma, a relação saudável, independentemente do ambiente em que esteja envolvida, acaba promovendo o bem-estar de forma mútua, estimulando a capacidade de amar e se sentir amado, somada à habilidade de manter um convívio agradável.
Afinal, a boa convivência entre os seres é um fator essencial da vida humana, já que somos socialmente dependentes, como afirmam, inclusive, algumas abordagens dos psicólogos.
Seja entre amigos, familiares ou amantes, uma relação saudável é aquela em que ambos os integrantes permanecem satisfeitos, apesar de suas diferenças.
Além disso, deve existir a liberdade de cada envolvido em dizer e expressar o que sente, sem medo de ser reprimido. Por isso, o constante diálogo e a comunicação aberta são algumas das características mais presentes em relações saudáveis.
Como se classifica um apego saudável?
O termo “apego” em si já pode ser mal interpretado, já que, para muitas pessoas, remete à ideias como dependência ou possessão. Entretanto, o apego também está relacionado a conceitos como laços afetivos, solidariedade e compreensão.
De fato, o apego pode ajudar a desenvolver o amor e o carinho, que são fundamentais tanto na construção do caráter e personalidade de uma criança, quanto na construção de um relacionamento maduro.
Mas é preciso entender que estamos nos referindo ao apego saudável e, por isso, a estrutura da relação deve ser baseada em confiança. Basicamente, os envolvidos devem desenvolver confiança mútua.
Para que isso aconteça, devem ser pessoas emocionalmente estáveis e que não cultivam dúvidas sobre o parceiro, pois o laço afetivo se sobrepõe à insegurança e ao medo de ser traído, abandonado ou enganado.
É claro que ninguém consegue reunir todas essas qualidades em 100% do tempo e que há dias ao longo das relações em que as dificuldades e os problemas parecem querer falar mais alto.
Mas é justamente nessa hora que você deve lembrar se está fazendo algumas das atitudes que descreveremos a seguir:
Como construir um relacionamento saudável?
Estimule a empatia
Empatia é um sentimento que, diferente da simpatia (que surge naturalmente), pode ser estimulado e desenvolvido.
A empatia nada mais é do que a capacidade de entender o próximo, colocar-se em sua posição e compreender o contexto de suas motivações, atitudes e visão do mundo.
Para desenvolver a empatia é preciso legitimar os sentimentos e conceitos alheios, ainda que você não concorde com eles. Empatia gera bem-estar e ajuda a construir harmonia entre as pessoas, fazendo-as se sentirem reconhecidas e valorizadas.
Saiba ouvir
Uma relação saudável consiste em troca de experiências. Por isso é tão importante saber que, assim como existe a sua hora de falar, também há a hora de ouvir.
Saiba verdadeiramente ouvir o seu próximo, com atenção. Não ouça somente com o aparelho auditivo, mas com as suas emoções, buscando compreender o que ele tem a dizer.
Dê atenção e cuidado ao que é dito, sempre olhando nos olhos e considerando os conceitos mencionados. A maioria dos problemas de um relacionamento pode ser resolvida por meio da comunicação verbal.
Reconheça o poder do silêncio
Situações estressantes, adversidades e problemas são famosos por criarem o cenário ideal para brigas, desentendimentos e ofensas.
Por isso, é muito importante reconhecer o poder que o silêncio tem para “apagar um incêndio” perante uma situação drástica. Com ânimos alterados, dificilmente algum dos envolvidos conseguirá se expressar com 100% de controle sobre as suas emoções.
Seja paciente
A paciência é considerada uma virtude, não é verdade? De fato, junto com a tolerância, ela é a base para qualquer relação saudável, seja entre amigos, parentes, casais ou até mesmo entre um funcionário e seu chefe.
A paciência é uma característica apaziguadora, que proporciona um clima de harmonia e bem-estar.
No entanto, se você não consegue desenvolver esses sentimentos e características citados acima com tanta facilidade e percebe que os seus relacionamentos estão cada vez mais destrutivos, pautados pela competição, pelo desrespeito e pela indelicadeza, comece a pensar na possibilidade de procurar um psicólogo e fazer uma terapia.
O psicólogo é o profissional capaz de fazer com que você aprenda a manter um equilíbrio entre as emoções, aceitando as diferenças e estimulando o convívio de forma sadia.
Psicólogos para Relacionamentos
Conheça os psicólogos que atendem casos de Relacionamentos no formato de terapia online por videochamanda e também consultas presenciais em São Paulo:
-
Marcela Manochio
Consultas presenciais
Consultas por vídeoFormada há mais de 10 anos pela Universidade de Franca, especialista em Psicoterapia Psicanalítica, membro do Núcleo NEOTA, possui experiência em atendimentos de adultos e terapia de casal, com foco em demandas como transtornos de ansiedade, relacionamentos, conflitos profissionais, depressão...
Valor R$ 260(R$ 150 a 1ª consulta)
Posso ajudar comAnsiedadeAutoconhecimentoAutoestimaBorderlineCarreirapróximo horário:
Consulte os horários -
Jaqueline Braga
Consultas presenciais
Consultas por vídeoA psicóloga Jaqueline Braga possui mais de 10 anos de experiência em Psicologia Clínica. É especialista Comportamental DISC pela Etalent Internacional e pós-graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental pela Universidade Anhanguera. Além disso, também possui pós-graduação em Psicologia...
Valor R$ 260(R$ 150 a 1ª consulta)
Posso ajudar comAdolescênciaAnsiedadeAutoconhecimentoAutoestimaCarreirapróximo horário:
Consulte os horários
Outros artigos com Tags semelhantes:
- Como escolher um namorado: dicas para uma escolha consciente
Escolher um namorado que seja bom para nós pode não ser uma tarefa fácil. Somos perpassados por diversos fatores que acabam influenciando na escolha. Nossa escolha de um parceiro [...]
- Como respeitar o espaço de cada um nos relacionamentos? Conheça os pilares
Você conhece os pilares de como respeitar o espaço de cada um num relacionamento? Vocês namoravam e depois decidiram morar juntos. Passaram, então, a dividir o mesmo guarda-roupa, o [...]
- Como ter um relacionamento conjugal saudável e duradouro?
Você sabe o que é preciso para um relacionamento conjugal saudável? Para um relacionamento conjugal saudável e duradouro, o primeiro exercício diário a colocar em prática é a paciência. [...]
Autor: psicologa Melissa Almeida dos Santos - CRP 06/145112Formação: Formação em TCC - Terapia Cognitiva Comportamental pelo CETCC e formação em Psicologia Organizacional pela PUC-SP. Tem expertise em questões como relacionamentos, ansiedade, conflitos profissionais e de carreira, estresse, conflitos familiares, depressão etc...